A Garganta da Serpente
Saliva de Cobra editorial a contragosto

E a serpente traz mais uma rodada de resultados parciais de nossa pesquisa de opinião. Se você ainda não a respondeu, PARTICIPE!

Continuam bastante divididas as opiniões entre os que exaltam a ausência de seleção dos trabalhos e os que exigem que ela seja instituída.

Outro ponto bastante polêmico é a cor preta do fundo das páginas. Nas seções destinadas à leitura (poemas, contos, crônicas, artigos, etc.) foi implantada desde outubro do ano passado uma ferramenta que permite a troca da cor de fundo para facilitar a leitura, bem como o aumento ou diminuição da fonte. Todavia, alguns acham que isto deveria ser aplicado em todo o site e ainda há os que sugerem várias outras cores para o fundo, como roxo, cinza, branco, azul-marinho, etc.

Decorrente desta mesma discussão, vários autores e visitantes ainda tentam nos convencer da importância da "formatação" (principalmente dos poemas) semelhante a utilizada em muitos sites literários, com direito a cores, imagens de fundo, músicas, gifs animados e demais parafernália. Tais elementos não são adotados pelos seguintes motivos:

a) A Garganta da Serpente nunca se propôs a ser igual aos outros, pelo contrário, vem procurando, durante todos estes anos, apresentar um conteúdo e uma linguagem diferenciados e é justamente por isto que adquirimos respeito e reconhecimento pelo nosso trabalho.

b) A publicação dos trabalhos é gratuita, e apesar de nossos apelos, não houve receptividade a nossa solicitação de doações para cobrir nossos custos operacionais. Portanto, não poderíamos arcar com mais este trabalho extra de personalização das páginas, principalmente considerando que já temos mais de 1000 (mil) autores publicados.

c) Já extrapolamos o limite de espaço contratado e tivemos que dobrar nosso plano de hospedagem. Imagens e músicas ocupam bastante espaço e não podemos suportar novo aumento de mensalidade causado por nova necessidade de mais espaço de hospedagem.

d) Por fim, o motivo mais importante: consideramos que o trabalho dos nossos autores deve ser apreciado pela sua qualidade ou expressividade e não por eventuais artifícios que venham a desviar a atenção, tornando-o "belo" ou aumentando seu "acesso" (e não sua leitura) por outros motivos que não suas características literárias.

Entendemos que um dos objetivos primordiais de um site literário é propiciar que os trabalhos dos autores sejam submetidos à apreciação pública. Se na Garganta da Serpente ainda não há uma seleção prévia dos trabalhos publicados, a leitura crítica e a aceitação ou rejeição do material exposto está nas mãos dos visitantes - presumidamente leitores capazes avaliar e comentar suas leituras para que os autores lapidem, amadureçam ou repensem sua produção literária.

Infelizmente é impossível agradar a todos os seres que habitam e visitam nossos meandros. Aliás, a Garganta da Serpente se diferencia justamente por isto, pela falta de pudores e de discriminação e pela fauna eclética de autores e leitores. Fazê-los coabitar sem deixar que as diferenças se tornem insuportáveis e zelando para que sejam respeitadas: eis nosso maior desafio.

Como vocês devem ter percebido passeando pelo site, muitas das sugestões e críticas já estão sendo implementadas, como a retirada da Toca da Serpente do pop-up e a reformulação dos Encantadores de Serpentes.

Confiram abaixo mais resultados parciais de alguns dos pontos pesquisados:

Quais assuntos mais o interessam?
Poesia 20%
Prosa (contos, crônicas) 14%
Artigos 10%
História da Literatura 12%
Dicas de gramática e estilística 10%
Direitos autorais 5%
Concursos e eventos 11%
Cartões virtuais 12%
Comunicar-se e fazer amizades 6%
Votos: 230

Quais materias promocionais você teria interesse em comprar?
Mousepads 5%
Adesivos 6%
Camisetas 13%
Canetas 12%
Marcadores de livros 11%
Pastas 5%
Envelopes 4%
Papéis de carta 5%
Cartões 17%
Agendas 8%
Calendários 7%
Canecas 7%
Votos: 161




Estejam certos de que todas as informações, sugestões e críticas são devidamente anotadas e serão implementadas na medida do possível.

Muito obrigada,
Agostina Sasaoka.

(18.04.2005)
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