A Garganta da Serpente
Ouroboros histórias sem fim

A DOR


        Era uma noite como outra qualquer. Talvez houvesse estrelas.
        Fernando tentava, apressado, limpar as mãos sujas de um vermelho estranho. Parecia muito distante e empoeirado. A janela ainda estava aberta.
        Tentava lembrar-se de como tudo começara, em vão. Precisava fugir.
(A Garganta da Serpente)

        Apressado Fernando arrumou suas coisa e saiu! Sem destino foi para numa caverna, escura!

        Se sentiu agoniado, arrepiado e assustado ao ver que do seu lado havia um corpo morto. Que era a sua amada e ele se pergunta se um dia ele escapar, se um dia para o espelho ele olhar, a dor de perder o amor ele ira agüentar e perceber que a culpa era dele por tê-la traído.
        E sempre na sua memoria ficara que ela se matou em seus braços e nada ele fez p/ tentar evitar.

        Pensava, olhava para os lados mas nenhuma idéia lhe vinha a mente. O que fazer com aquele corpo, ali, inerte, sem vida,e vida essa tirada pos suas próprias mãos? Pensava que nada estava correto. O que fizera não tinha volta. E o que seria dali para frente? Não queria passar o resto da vida trancado em uma cadeia, feito um bicho.Resolveu tomar alguma atitude para sumir com aquele corpo.

        E o que fazer no entanto com aquele corpo?

        A caverna era escura e úmida. Mas ele precisava tomar consciência e tirar dali aquele corpo que já começava a feder.Tinha com ele um canivete. Resolveu cortar parte por parte o corpo. Não era mais um corpo. Eram pedaços de carne espalhados por toda caverna. Chamou então seus lobos para que devorassem aquilo.

        Então os lobos devoram toda a carne humana do corpo que ele havia matado. Ele ficou apenas observando e distraído não percebeu quando um lobo o atacaou pelas costas derrubando-o no chão e começando a dilacerar sua perna. Logo que os lobos acabaram com o primeiro corpo vieram atacá-lo. "O que farei" pensou ele com apenas um canivete na mão.
(Thiago M. K.)

        Então pegou seu canivete e o abriu com um pensamento só: qual morte seria menos sofrida? Se ele se matasse ou se os lobos o comessem vivo? Foi quando de repente ouviu um tiro e viu um dos lobos caindo. Logo após o barulho do tiro os outros lobos todos fugiram apavorados. Foi quando ele olhou e viu seu salvador: era o irmão da mulher que ele havia matado!!! Apavorado sem saber o que fazer Fernando agradeceu a ele e começou a olhar em volta para ver se tinha algum vestígio da mulher que ele matara. Mas não... os lobos haviam comido todos os pedaços daquele corpo. Então começou a pensar em o que faria de sua vida a partir dali
(Thiago M. K.)

        Minha história... minha história...
        Poderia a loucura, que tanto me compraz, haver criado tais ilusões ao mesmo tempo dolorosas e excitantes... sórdidas e libertadoras, apenas como exercício ao frágil elo que me liga ao real?
        Queira a natureza que tudo não passe de um profundo delírio, nem sei se bom ou mau. Não sei, sequer, se existem as duas coisas, palavras criadas por nós para atender a interesses urgentes e mesquinhos.
        Não sei orar mas choro.
        Ainda há algo em minh'alma que me faz lamentar, ao mesm tempo em que não desejo perder essa emoção, absolutamente indisível, de haver sido eleito pelo des(a)tino para presenciar tão viva forma de morte.

        Continuando o conto, o que iria fazer ele?

        Abraçou o irmão da vítima e saíram juntos da caverna escura, deixando para trás apenas um pequeno vestígio do seu horrendo crime.
        João Correia, era esse o nome do irmão daquela "pobre" mulher, falou com um certo ar de tristeza: A Carmem desapareceu.Sabe de alguma coisa?

        Enquanto isso,na escura caverna brilhava no chão escuro um pequeno anel, um pouco enterrado na terra úmida,único vestígio da presença de uma mulher naquele inferno.

        Foi aí que pensou....."Será que corro para não deixar vestígios de minha atrossidade?! Ou deixo que as coisas tomem seu rumo e eu pago pelo crime ediono que cometi?!".... E as respostas não vinham....
(Pã)

        Abraçou Augusto fortemente e disse:Graças a Deus que voce apareceu vamos sair daqui.
        Augusto profundamente desconfiado pergunta antes de sairem da caverna:Fernando voce viu Cláudia?
        estou desesperado à sua procura.
        Fernando disfarçando diz que não viu e que estava ali também a sua procura.
        Augusto olha para o fundo escuro da caverna,onde Cláudia foi estraçalhada, e percebe um brilho fulgaz no chão escuro da caverna, Fernando pergunta o que foi? vamos embora logo,mas Augusto se afasta e vai até o fundo escuro onde brilha no chão um pequeno anel de prata e o pega sem que Fernando perceba.
        Levanta e sai da caverna acompanhado do assassino.

        Seria este Augusto o nosso querido personagem da história 'O Rastro'?Se é ele, deve, em breve, enlouquecer...
(Jordas)

        MAS O QUE OS OLHOS DE AUGUSTO VIRAM NOS SEGUNDOS QUE SE PASSARAM O ENCHE DE TERROR, CRAVADA NAS COSTAS DE FERNANDO, MARCAS DE UNHAS, MARCAS QUE ELE CONHECIA MUITO BEM, AS MARCAS DAS MÃOS DE SUA IRMÃ...
        ELE ENTÃO TOCA O ANEL QUE JUNTARA DO CHÃO, COLOCA EM SEU DEDO MÍNIMO, POIS A DIFERENÇA ENTRE O SEU DEDO E O DE SUA IRMÃ ERA ENORME, E UM SENTIMENTO DE FÚRIA INVADE SEU CORPO, COMO SE FOSSE TOMADO POR UM ESPÍRITO...

        O coração de Augusto parece bater mais forte, ele olha para as marcas de unhas nas costas de Fernando e tomado de terror agarra seu agora ex-cunhado e pressiona-o contra uma árvore...
        diga-me a verdade !!! Explode ele em fúria, onde está a minha irmã...
        Eu quero saber onde ela está...
        extremamente assustado e tomado de pavor Fernando nao consegue responder, apenas começa a suar frio...
        Pela última vez seu desgraçado, diz Augusto encostando o cano da arma no peito de Fernando - ONDE ESTÁ MINHA IRMÃ... FALE AGORA !!!

        Fernado percebe que não Augusto estará pronto para matá-lo se lhe contar a verdade. Então, ele começa a chorar e indagar a Augusto o que acontecera:
        _ Não sei. Meu Deus! Não sei ...Será que a culpa é minha? A briga..., ela fugiu de mim..., não posso suportar, a culpa é minha. Devo morrer se algo aconteceu a ela.
        Fernando joga-se ao chão de joelhos escondendo seu rosto e mostrando as marcas de suas costas.
        _ Eu a amo, a quero de volta. Não sei meu Deus! Vim procurá-la aqui, pois esta GARGANTA era nosso local. Tu sabes disso... vim procurá-la e nada encontrei...

        - VC SABE MUITO BEM COMO EU A AMAVA...
        Então surgido do nada, um corpo estraçalhado aparece em frente aos dois já extremamente assustados rapazes, Augusto nao consegue acreditar em seus olhos, aquele corpo estraçalhado , em pedaços começa a tomar forma, uma forma humana, forma que ele conhecia muito bem....
        - Mana ? é vc ?
        - Sim Augusto, eu voltei do Inferno...Eu voltei para vingar minha morte, voltei para destruir a vida do homem, que acabou com a minnha...
        -Diga-me quem fez isso ? diga-me que acabo conm o desgraçado...
        A mulher nada fala apenas direciona um olhar frio e sem piedade para o corpo paralisado de medo de Fernando no chão...
       
        Observando a expressão de ódio estampada no rosto de Augusto, Fernando pergunta, ainda em prantos:
        -O que há no vazio em nossa frente para deixá-lo com este ar de cólera?
        -Então, não consegues ver a imagem de minha estimada irmã à nossa frente? - diz Augusto; -Ela aponta a ti como autor de sua desgraça!
        -Vejo somente que você está louco... como eu.

        Mas Augusto, em sua loucura, não pode distinguir o real do imaginário. Não pode acreditar nas palavras daquele bandido mentiroso so seu lado, assassino de sua irmã. E a própria estava agora à sua frente, cobrando-lhe vingança.
        Percebeu que haviam lobos rodeando-os. Seus olhos possuiam o vermelho do sangue de sua irmã refletidos. Era o vermelho da dor da morte, a dor da perda, a dor da própria dor...
        E tudo aconteceu muito rápido. Augusto frenéticamente começou a atirar contra o assassino de sua irmã. Mas tevfe um sobressalto ao perceber que, quanto mais tiros Fernando levava, mais sorria. O espírito malévolo de sua irmã sorria à sua frente, e Fernando não morria...

        Augusto, desesperado,virou a arma contra sua propria cabeça e desparou...Escorria sangue por todas as partes...

        Fernando levantou-se, se aproximou de Augusto e deitou sua cabeça em seu colo, passou a mão carinhosamente em seus cabelos lavados de sangue, olhou ao redor e com uma expressão angelical disse:
        - Pobre esta alma incapaz, pobre ser voraz, as oportunidades que o desespero e a raiva não negam, são as mesmas que fazem mover as mãos do ódio e do horror.
       
        Fernando não se abalou diante de tal situação, parecia que ele começava a apreciar, os corpos, o sangue, o cheiro.
        A fantasia e a realidade tinham perdido suas razões, Fernando não discernia mais seus atos.
        Lindo o vermelho sangue lhe parecia, perfume o odor do coágulo incólume, corpos atirados ao chão.
       

        Como se nada tivesse acontecido, Fernando limpou as mãos e saiu.
        De alguns metros, ficou parado, observando a movimentação.
        Pessoas que passavam pelo local, começaram a se aproximar e não demorou para que encontrassem a sujeira.
        Quando o movimento começou a aumentar Fernando se desesperou e saiu sem rumo, andando pelas ruas, perdido, não sabia quem era ou o que queria, mas o gosto de sangue o deixou excitado.
        Começou então, a procurar, mais, mais, sangue, pessoas, vozes, luzes, o cheiro.
        Fernando ve ao longe um parque, pessoas, crianças, sangue.
        Era um parque de diversões, Fernando entra e gosta das cores e dos barulhos.
        __" Tudo gira, como é bonito, a música me lembra.....ela....não....mas..."
        Uma criança chora, perdida de seus pais,Fernando pega a criança pelas mãozinhas, doces e delicadas, mãos de um anjo inocente que pede pela segurança...
       
(Fernando)

        - Para onde nós vamos tio?
        Perguntou a criança que carregava pela mão. Olhou para o rosto anjelical daquela menininha.
        - É surpresa meu amorzinho, uma surpresa bem legal.
        - Vai me levar para meu pai... não vai?
        Ele assentiu com a cabeça. Os tiros em seu peito ainda sangravam, mas estava muito escuro e isto ela não via. Que magia maldita teria o mantido vivo, e dado aquela busca frenética por sangue? Não importava, importava era que Cláudia, a morta, estava para em sua frente agora. Certamente gostaria de disputar pela deliciosa iguaria que ele carregava pela mão.

        Mas Cláudia não queria que o sangue de uma criança fosse derramado. Ela então fez com que o pai da menina aparecesse e a levasse embora daquele ser sedento de morte.
        E Cláudia o advertiu:
        - Não derrame o sangue de inocentes. Me vingarei de ti, e derramarei o sangue daqueles que ama, mesmo não tendo mais um coração que sente qualquer dor ou amor.
        Ele então saiu correndo à procura de um pouco de sofrimento para que se alimentasse do ódio. Não mais precisava dormir, comer, fazer suas necessidades... O corpo estava vivo, mas não havia mais alma. Não havia mais nada!
        O que ele teria que faze para continuar ali, daquele jeito, vivendo sem viver... Matando sem morrer?

        Entaum Claúdia fez com que Estela, a mãe de Fernando sofresse um grave acidente, ela estava por um fio, sua vida, naum passaria de algumas horas, entaum indagou: Quero falar com meu filho Fernando!!!!
        Preciso dele nesse momento!!!
        Fernando aparece no hospital, com seu ar frio e sanguinolento, sua mãe o abraça, pede a ele para que tome conta da família e de suas duas irmãs pequenas!!
(Fábio\VASCAÍNO@DOIDO\O MENTIROSO)

        Fernando entao,logo ao chegar em casa,mata suas irmas pois se tivesse paciencia para cuidar de crianças,teria tido muitos filhos,depois se arrepende e sai desesperado...

        Dentro em mim há outro eu que me machuca e me faz chorar.
        Um eu que o mal quer,
        que quer dominar
        ferir
        levar a morte
        à eterna solidão...
        a dor da alma

        Mas isso não seria suficiente, pois acreditava na lei do Karma. O conflito interior era maior do que podia suportar, mas o ocorrido necessitava de alguma providência urgente.
        Decidiu então atentar contra a própria vida, mesmo sem se sentir livre em sua escolha final. Esse fim era tudo o que desejava e ao mesmo tempo, tudo o que temia...

        Ele então,foi até a cozinha mais próxima e se armou com uma faca.
        Por um momento exitou,pensou mais uma vez em tudo que havia acontecido desde o momento em que brigara pela última vez com sua ex-amada..Guardou a faca consigo e saiu a procuara de um lugar certo para concluir sua morte;no entanto, no caminho começou a observar as pessoas na rua,andando apressadas,carros para todo o lado,poluição,pessoas miseráveis frente a bancos,caos,desgraça!!
        Pra que viver aqui::Porque continuar a ser tão conivente com tudo isso::
        E então,caiu na real:
        Eu apenas fiz um favor a ela em te=la tirado disto tudo!Eua a matei, porque a amava!!Eu a libertei disto tudo!!Quem me libertará agora:Quam me ma de verdade pra fazer o mesmo comigo:
        Eu não me amo,eu sinto nojo de mim mesmo,eu sou humano,como todos e ajudo a produzir e reproduzir tudo isso
        Quem me ama a ponto de fazer o que eu fiz por ela::

         Mas não há amor em seu coração, Fernando é regido pelo ódio,e em sua mente é refletida as lembranças de CARMEM...
        Carmem a quem dera o seu amor e fora traído, sendo ridicularizado em sua companhia, onde ELA sendo sua secretária convoca uma reunião com seus maiores acionistas e ...

        Chega!
        Fernando precisava voltar à sua realidade. Assassino. Desempregado. Traído. Enlouquecido. E agora? Como deteria o caos? O que fazer com tanta dor?
        Precisava sumir ou renascer.
        Entrou numa pequena igreja que se colocou em seu caminho. Ouviu um bocado do silêncio sagrado com o olhar incrédulo. Num gesto de desespero, acendeu uma vela e rezou.

        Rezou pela alma de sua amada e pela sua própria. Mas já não adiantava, pois, assim como suas mãos, sua alma também estava manchada com o sangue dos inocentes... Inocentes crianças, inocentes amores, inocentes crenças que ele matou, que ele esqueceu...
        Aquele silêncio começou a irritá-lo, talvez porque era muita paz, muito amor - coisas que já não existiam mais em sua realidade - e ele correu dali, fugindo.

         Tendo corrido sem parar por mais de uma hora e meia, sentou-se para descansar em um lugar cuja placa de apreesentação do mesmo proclamava a seguinte frase "reino dos desencontrados".Entrando nesse estranho lugar se deparou com um mendigo, que o esclareceu que aquela placa era uma brincadeira feita por pessoas que tinham aversão das pessoas que ali viviam, que eram mendigos, andantes, sem teto e pessoas bem pobres, mas cuja sabedoria daquelas pessoas o impressionavam.Mesmo pasmo por tudo que acontecia em sua vida, conversando com um velhinho desse lugar ouviu a seguinte frase de um filósofo alemão "não olhe muito tempo para dentro do abismo que o abismo começa a olhar dentro de você"NITZCHE e a partir daí sua vida começara a mudar.
       

        E pensou em um modo de aniquilar tudo o que o perseguia desde a morte da amada. Precisava da mente livre de tudo aquilo. os problemas tinham começado a algum tempo atrás, quando encontrou Carmem o acusando de adultério. O problema era que, ela também o tinha traído... e então, como numa explosão enorme, tudo se revelou à sua mente. Não tinha sido Carmem a mulher que tinha o traído, e que o fez se vingar na mesma moeda. Tinha sido Cláudia, a segunda personalidade de Carmem...

        E, embora a alma encerre todos os segredos, a dor que nela existe faz com que fatos sejam esquecidos.
        A dor, sempre presente, sempre nos tocando.
        A dor que marca nossas vidas e nossas mortes, anuncia ciclos de nossa existência e, mesmo finjindo-se morta, renasce, se transforma e se torna mais incrível a cada dia que passa.
        A verdadeira dor jamais dói. Nos dá prazer e razão. Nos dá a paz tão esperada. Nos traz ao coração a chama de arder por sentir dor.
        Não há prazer sem dor, não há dor sem prazer e, sem dor ou prazer, não existe vida.

        Em sua existencia já tinha pecebido que a vida não é apenas um pouco do caos. Ela colide em seus próprios parâmetros e muitas vezes sufoca seu nome em nome de algo desajeitado que se arrasta além de seu próprio mundo. Não existe a chance de sobreviver, quando não se quer viver.

        Ao caminhar por elas sozinha,
        me vejo a frente de uma bela imagem...lá sempre esteve, mas hoje, nela espelha minha tristeza...

        e... como em tempestade, lágrimas a inundar meu coração...

        E,entao ,eis que de repente,disse:"nao e necessario sair de casa.Apenas permaneca sentado em sua cama.Nao apenas permaneca sentado,mas fique em silencio.Nao apenas fique em silencio,mas ouca.E eis que o mundo se desmascarara aos teus olhos.Em extase,se curvara aos teus pes.

        Não seja ingênuo, a vida não comporta sorrisos...
        Sagrados sejam os túmulos, que nos abraçam como somos, e o rosco feliz, pouco a pouco, todo dia, mais e mais, agradece.

        Fernando prescisava voltar à realidade. Muita coisa passara por sua mente desde então. As linhas confusas de seu pensamento fazia com que refletisse seus mais simples atos. O abismo lhe engolira e não mais conseguia viver.

        Morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Morte. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Morte. Pare. Tente manter os pensamentos organizados. Vamos começar de novo.

        O que é a morte senão um acaso que
        tomamos por algo real?

        Não...não...Fernando,saia deste abismo!!!Não é real esse acaso...não é a morte!Venha Fernando,não deixe que este abismo escuro te engula...me dê sua mão...eu estou aqui...venha comigo,eu te levarei para outra estrada...sequiremos novos caminhos ...
        Saia das trevas, da loucura insana e venha para mim a loucura profana...

Todo mundo é capaz de dominar uma dor, com exceção de quem a sente.
(Shakespeare)
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