A Garganta da Serpente
Encantadores de Serpentes concursos e prêmios literários
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3º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS

CATEGORIA POESIAS (816)

Dentro de um universo de 1.775 (mil setecentos e setenta e cinco) textos inscritos, as poesias pré-selecionadas, são as seguintes:

(Des) encantos
(H) Á de Amar
‘Conto’
“BUG” do Milênio
“tudo demorando em ser tão ruim...”
03 de junho
A água da manhã
A arte de escrever
A arte e a magia de ser poeta
A árvore da vida
A bailarina
A bíblia
A bicicleta
A carona especial... na asa de um livro...
A cidade dos livros
A cor dos miosótis
A estátua
A ex
A fala aprisionada
A família
A felicidade
A guerra
A guerra e a paz
A ilusão do átomo
A janela
A lagarta e a borboleta
A licença poética
A magia
A mar
A minha irmã pequena
A minha poesia
A minha procura
A moça da praça
A noite
A Palmeira
A partida
A passar...
A paz
A pena e o prazer
A platéia
A política na ótica poética
A primeira visão
A princesa prioritária
A procura
A solidão
A ti dou meu coração
A trilha da imperfeição
A um passo do desconhecido (E o que resta agora?)
A um pintor
A verdade
A vida começa aos 50!
A vida é assim
A viola
A voz dos acorrentados
Abismo
Abismo
Achados e Perdidos
Acróstico Poético
Adeus
Adolescência
Adoro ver-te chorar
Afinal quem somos nós?
Agenda
Agnus
Agramático
Águas da Existência
Águia das águas
Ah! Essa Dor...
Alameda Barão de Limeira
Alfabeto em seis
Alforria
Alguém
Almanaque
Alojamento
Amantes unilaterais
Amar
Amar é isso
Amartemática
Amigão
Amigos pra sempre
Amor de muitas vidas
Amor de poeta
Amor e Amizade se escreve com A maiúsculo
Amor em Aman Paz no Ramadam
Amor eterno
Amor platônico
Amor Ternura
Anatomia de Nadja
Andarilho
Angústia
Anjos sonâmbulos
Anorexia
Antes
Anverso do folhetim
Ao longe
Aos seios de Duília
Aparição amorosa
Apenas um menino
Apenas uma vírgula
Apetrechos
Apinéia
Aprisionados
Aquele instante
Ardente confusão
Ária
Armaduras
Arquitetar um mundo
As borboletas
As dores do mundo (Infância violada)
As mãos
Às margens do Nhundiaquara
As máscaras
As penas
As primeiras chuvas de outono
As quatro estações
Assim me ditas
Assim, se vai
Atenção
Aurora
Ausências
Autômatos
Auto-retrato
Avancemos para águas mais profundas
Azul invisível
Bailarina
Baile de máscaras
Banalidade da vida
Bananal
Barroco
Batiscafo
Belém, 390 janeiros
Beleza
Berlin 1989
Biografia
Bodas de prata
Boneca de retalhos
Borboleta no asfalto
Borboletas
Brasil: o retrato de um povo
Brasileiro
Brenhas
Briga de amor
Cabelos ao Vento
Cacos
Caixa de agulhas
Calçado
Caminho cego
Canção de adeus
Cansaço
Capital natural
Carpe diem
Carpe diem
Carpe diem
Carta ao poeta
Carta...
Cartão de visita
Casinha ou caquinha
Casos e lendas
Cavalo marinho
Céu de inverno
Céu lunissolar
Chanson Impossibilidade
Cheguei sem avisar...
Cheiro de...
Chuan Tzu revisitado
Chuva
Cidadão?
Cidade
Ciência pra quê?
Cinco retalhos
Ciranda
Circo de horrores
Clamor
Cnossos
Cola
Comme il faut
Como teria sido
Como vento
Condições do imaginário
Conjugação de-vida
Constatação
Constato sem emoção
Contingências
Contra o tempo
Convite
Cor e ação
Coração
Coração indigente
Corações de verão
Corpo
Cosmo(i)lógicas (I) – O silêncio recebe a fúria diverbo
Cosmo(i)lógicas (II) –Palavras rompem o silêncio... e dançam
Cosmo(i)lógicas (III) – Relâmpagos impõem o aprendizado daluz
Costruo a flor
Cresci ou sou resto?
Criança, não deixes o verde da terra morrer
Cristal
Da ausência
Da ausência – à moda antiga
Da solidão
Dançam as ondas do amanhecer
Das oferendas
De olho na rua
De um e de outro
Deixa fluir
Delírio humano
Delito de corpo
Desabafo da alma
Desabafo de uma vida
Desabafo do sol
Desassossego das horas
Descobrir
Desculpas
Desejo Blasfêmico
Desejo de pele
Deserto
Desfile
Desjejum
Despedida
Destino dos deuses de carne
desvanescências
Desvão
Devaneio
Devenir
Devolva-me
Dez
Dez mil litros/dia
Dez sonhos de vida
Diamante lapidado
Dias de sol, dias de chuva
Diferenças
Do mistério dos caminhos
Doação
Doce ilusão
Doce mulher
Doce vida
Doces saborosos
Doideira
Doloridas lembranças
Dom é uma força da natureza
Dor
Dor
Dor inevitável da vida
Dureza preciosa
E se...
E se...
Ecos
Egocentrismo
Ei, moço
Ela...
Elegia à Gastão Neves
E-Ligações
Elogio da mistura
Em cantos opostos da vida
Em Nova Orleans
Embaraço
Encantamento
Encanto de céu aberto
Encanto do ócio
Encontros
Energia
Engano: uns não-olhos
Enlace
Enleio
Entre a fala e a folha
Envelope grená
Era no Tempo dos Deuses...
Era uma vez...
Esconderijo
Escória
Escrevo
Escultura
Escultura em papel
Esmeraldas
Esmeraldina
Espelho
Espelho humano
Esperança
Espetáculo
Espírito Santo
Este beijo só cabe na tua boca...
Estradas
Estrela
Estrógenos só
Eterna presença
Etiquetas
Eu
Eu no mundo
Eu perdi o pessimismo
Eu pronome solitário
Eu queria ser poeta
Eu quero ser
Exclusão
Exortação (Soneto)
Explicação
Fade out
Falar saudade...
Falar-te-ei
Fantasiando-te
Fantasmasias de Maria
Fator intrínseco
Fazenda Malária
Feira brasileira
Feito árvore
Felicidade...
Fêmea universal
Fênix
Fica
Fica comigo
Filho adotivo
Filosoguia
Fim
Finis operae
Flor de Lótus
Flor de Mulher
Flores ao coração
Flores guardadas
Fluxo
Foi amor, ah foi paixão.
Folhas que rolam
Força de vontade
Fracasso
Fragmentos de esperança
Fragmentos do Estação
Furacão de Quimeras
Galeria
Gastropoesia
Gavetas
Geo-política
Gicelene a canção
Giovanna
Giz da alma
Grávido de esperanças
Greenwich
Há dois mares
Hipocrisia
Histórias, choros e esperanças
Hoje acordei para vida
Hoje eu
Homem Vinil
Idade Média
Ideograma
Ilha
Ilusão
Imagem refletida
Imagens
Imagens refletidas
Imaginar, eis a arte do ilusório
Imensidão
Imenso amor
Imigrei para o meu próprio país
Impensável
Imperfeição
Impressões
In Peccattvm (pecatvum)
In virtus
Incógnita
Incógnita
Inconseqüente vida racista
Inexorabilidades do tempo e do amor
Ínfimo
Ínfimo Rompante
Inspiração
Interlúdio
Interregno
Interrogações
Invenção
Inverno outra vez
Itinerários
Janela
Jovens
Kalúnga´ a-ngombe virá em tua busca
Komba-kia-toko
Labirinto
Labirinto
Laços e beijos
Lauda em branco
Leia apenas uma vez
Lembranças
Lembranças de uma vida
Lembranças do passado
Lembrando Vinícius
Lenda
Ler livros... ler a vida
Lia
Liberdade
Liberdade alcançada?
Liberdade sob vigília
Língua
Litanias...
Livro
Livro antigo
Longe dos olhos
Loucos
Loucura
Lua
Lua no varal
Luz do amanhã
Lyly
Mais lembranças devidas em uma canção
Maldito tempo, sábio tempo
Mandala
Manguezais
Manuel,
Mãos
Mar a mar
Mar de lágrimas
Maré de azar
Margem
Maria Julia
Maria Stuart – a execução de uma rainha
Marias
Meditação
Medusa
Meias sujas
Melancolia
Memórias de um vôo
Menino guerreiro
Menino-passarinho
Meninos Malabares
Menos uma tarde
Metrópole
Meu Destino Amar
Meu filho
Meu grito
Meu mantra
Meu menino
Meu reino de infância
Meu Rio de Janeiro
Meu tempo
Meu violão
Meus pais
Meus pensamentos
Milena
Mimo
Mineirar
Minha esposa
Minha terra tem palmeiras, tem caatinga, tem favela
MinhAlma canta
minuscrito
Missa
Monólogo
Montar a cavalo
Morro moderno
Mulher à tarde
Mulher noite
Multidão
Mundo azul
Mutilação
Na calçada
Na tela da vida
Namorados no mirante
Namoro na tarde
Nana Burukê
Nanquim
Não precisa
Não te esqueci
Nas asas da utopia
Nas próximas eleições, vote na Vida
Negro
Nó na boca do estômago
No outro lado
No verso, no ver, no ser
Noites particulares
Nomeado mundo
Nos tempos da disco music
Notas a um hino
Noturno
Novelo de lã
Nuanças
Nunca mais
O “rimado”
O amor
O amor que eu quis lhe dar
O bruto do amor
O cego e a praia
O círculo
O coração é um mistério
O despertar da solidão
O dia do aniversário
O espelho
O espelho e eu
O fantasma
O fermento da pobreza
O filho pródigo
O grito
O homem dos meus sonhos – II
O instante congela
O jiquitibá
O líquido dos tempos em meu corpo nu
O livro
O louco
O maior diamante do mundo
O matematiquês
O mendigo
O menino de Belém
O meu segredo
O milagre do pão ou receita para fazer poema
O Narciso triste
O nosso amor
O outro
O pai e o olhar
O pescador de estrelas
O ponto D
O povo nas ruas
O quadro na parede
O quarto do autor
O que se forma com amor, dura para sempre
O que se pensou...
O Segredo
O som dos teus passos
O sono
O tempo
O teu olhar de amor
O tiro
O traço
O trem
O vício do caminho
O violino do réquiem
Ocaso
Ocaso do vestido
Ode ao ódio
Ode aos sonetos
Odisseu
Odor de menino
Olhares
Olhos nus
Olhos sonhadores
Onde mora o poeta
Onde quero a poesia
Oração de um feto
Oração do favelado
Oração dos carnívoros
Oráculo!
Ordem natural das coisas
Órfão
Os animais livros e livres
Os anti-olhos
Os novos broquéis
Os olhos da rosa
Os re-olhos
Osama, Virgulini & Companhia (Lembrando Limeira)
Ouro Preto
Outono
Outras margens
Outro amor quisera
Outro oceano
Página em branco
Pai nosso
Paixão
Palavra poesia
Palavras
Palavras se deitam
Palavras vivas
Papéis
Para ler em dias de chuva
Parados no tempo
Paradoxo
Paraíso
Parasito
Partiu
Pasárgada?!
Passagem para a paisagem
Passeando
Passeio com Carlos Drummond de Andrade
Passos e passagens
Paus-d`arco
Paz
Paz na escola
Paz Sempre Paz
Pencils
Penitência
Penna
Perdido em mim
Perdoa-me, Deus
Pérfida paixão
Perseverança
Pior lembrança, maior amor
Plágio de alguma reminiscência desconhecida
Pluramor
Poema
Poema em linha torta
Poema fundo
Poema número cinco
Poema número seis (ou Versos tortos sobre liberdade)
Poeminha adolescente
Poesia
Poesia atual das velharias cotidianas
Poesia do nome
Poesia e tristeza
Poesia urbana
Poesia!
Poeta
Poeta
Por quê?
Por todos os sentidos
Por um fio
Porque eu gosto de aço
Portais de jade
Portas e janelas
Preconceito
Prelúdio à Cispoesia
Prelúdios
Presente de amor
Presente de aniversário.
Primavera de amor
Privacidade
Procurado
Procura-se verso
Progressão
Proseando com o finado Euclides
Psicotecelagem da vida cotidiana
Qual o sentido da vida?
Qualquer lugar
Quanto vale se arriscar?
Que falta faz
Queda
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Quinze pras oito
Quisera...
Raiz fincada
Raízes
Re Mundo
Reação
Reflexão
Rehavida (Anatole-B)
Relógio
Relógio
Renascer
Renovação
Resgate
Restos de sobras
Retrato de uma tarde
Rio
Rio São Francisco
Rizoma
Roma
Rosa dos ventos
Rosa vermelha
Rotina
Rua da escola
Ruas molhadas
Saber é bom, ensinar melhor ainda
Sabores da vida
Saga (Anatole-B)
Salve Salvador
Saudade
Saudade
Saudade prateada
Saudade!
Saudosismo
Scannaprint
Scannaprint II
Se – algum dia – eu morrer...
Sedução
Sem destinatário
Sem esperança
Sem rótulo, obrigado!
Sem rugas
Sem título (A palidez...)
Sem título (Amar... Buscar sempre...)
Sem título (Amar... desorientação...)
Sem título (Amor, ajuda-me neste...)
Sem título (amo-te, mas na verdade nunca te amo tanto...)
Sem titulo (Derivo minha poesia...)
Sem título (Devemos viver...)
Sem título (É debaixo do chuveiro...)
Sem título (Grande noite foi aquela...)
Sem título (O fim do amor...)
Sem título (O mar bate na areia...)
Sem título (Poesia...)
Sem título (Quando a vida parece...)
Sem título (Seio: Duo de prazer...)
Sem título (Um dia li...)
Sem título (Vou à praia e corro...)
Sementes
Sempre haverá
Senhorita
Sensaboria
Sentença
Sentidos
Sentimento de um caboclo
Seqço
Seqüência Lógica
Ser
Ser humano
Ser ou não ser
Ser poeta
Ser romântico é encantar
Será tudo ilusão?
Seria bom
Seriema
Seus olhos
Siga seu coração
Sílaba Cu
Simples
Simplesmente Mãe
Simulação
Sinto
Sinto assim
Sítio Santo Antonio
Só acompanha
Só pra você
Soberana das estradas
Sobras
Sobre a estética da desventura
Sobre com quem moro
Sol de Minha Lua
Solidão
Solidão
Solidão
Solidão dos pinheirais
Solidariedade
Solitudo
Sombras de luz
Sonetino
Soneto
Soneto da Falsa Força
Soneto da madrugada
Soneto de eternidade
Soneto do desamor
Soneto impreciso a um Narciso às avessas
Soneto para o meu amor
Sonetos de mim
Sonhando acordada
Sonhando-te
Sonhei com uma árvore de livros
Sonho
Sonho das matas
Sonho de mulher
Sonho juvenil
Sonhos
Sonhos
Sonhos da vida
Sonidos breves
Sopro
Sorrisos no ar da cidadezinha
Sou brasileiro
Sou o pó da terra sem fim
Sublime namorada
Subterrâneos
Suicídio
SUNSSED (Semente de sol)
Súplica
Suspeito inocente
Talvez amanhã eu morresse
Tarumã
Taurino
Tecelagem
Telefonema
Tempestade
Tempo
Tempo
Tempo do templo
Tempo-Juiz
Tempos de luz
Tenho medo
Tênue
Terra – Oxum Apandá
Terra-mãe
the odd lady 1
Tic-tac do tempo
Tordesilhas
Trama desirludida
Trançados
Trânsito
Transparência
Travessia
Tsunami
Tua castidade
Tudo é desejo
Tudo o que eu nunca quis dizer
Tudo por você
Um beijo
Um canto para o pajador
Um conselho
Um dia
Um pequeno choro
Um poema de pedra
Um pouco de literatura
Um romance complicado
Um segundo
Um varal de livros
Uma poesia pode ser...
Uma simples caneta
Único
Uns Olhos
Velhice
Vem
Vem para a minha mesa
Venda proibida
Vendo poesia
Veneza
Verão
Verbo Rio (Homenagem à Cidade Maravilhosa)
vERsOS
Versos (re) lidos
Vida
Vida cristã
Vida de meretriz
Vida de poeta
Vida interrompida
Vida seca
Vida sem você
Vidas e Videiras
Vinte de novembro
Vírus da morte
Visita surpresa ao artesão de equívocos
Viver
Vó sabida
Você & Eu
Você é o amor
Vôo d´alma
Vou ter que esperar... minha paz é você
Xerox da vida

CATEGORIA CONTOS (569)
Dentro de um universo de 1.333 (mil trezentos e trinta e três) textos inscritos, os contos pré-selecionados são os seguintes:

24 horas
A Abelhinha Zázi e o Beija-Flor
A arte de despistar chatos
A bicicleta
A bordadeira de enxovais
A Bruxa e os dois Coelhos
A cada partida, um reencontro
A casa
A casa
A cidade das gaivotas
A Cinderela e a menina do guarda-chuva
A coisa
A companheira secreta
A conspiração dos quadrinhos
A construção da indecorosidade
A criança
A curiosidade de Maria Futrica
A dama da janela
A dama de preto
A doença do choro
A espera do azul
A estação
A estrada
A festa do Nicolau
A festa do Pantagruel
A forma de Giovanna
A Funcionária do Ano
A garota e o velho lobo
A grande arte
A herança
A intradução das flores
A lei do amor no planeta desconhecido
A lenda da perguntinha indecente
A madona de pedra
A mão do meu pai
A marca de um homem. A força de uma mulher
A matriarca
A melancia
A menina no centro da cidade
A misteriosa volta de Alberto
A morte
A música é um sentimento
A necessidade do supérfluo
A Neidinha
A noite que me olha
A orelha
A orquestra sinfônica
A paixão de dona Albertina
A passagem
A porquinha teimosa
A primeira noite
A Recepcionista
A ressurreição do santo
A rotina
A singeleza
A tosse
A traição
A última corrida
A última esperança
A última flor da terra
A última vez
A vida em paradoxos
A virgem do mar
A visita de Fabiana
A viúva
A voz de Inês
A zebrinha campeã
A... MO... (r)... TE
Abduzidas – mulheres sem destino
Acontecem em Overloque
Adereço capital
Aferradamente
Afogando-se em estrelas.
Agora, a sua
Ainda vai enviar
Alado
Alçapão
Alguém na vida
Alma lavada
Almofada escarlate
Alô?!
Am[arg]or
Amarga vingança
Amigas de infância
Amor e Outras perfurações
Anjo loiro
Anotações sobre a vida e a morte de José Perigoso.
Ansiedade
Ao descer deposite a ficha na caixa
Ao som de Caetano
Apaixonado
Apenas mais uma de amor
Apenas um pássaro
Arco-íris é coisa de menina
Arte elocutória 2360
As belezas de outrora
As coisas que eu detesto são poucas e boas
As dívidas da vida
As entrevistas
As férias da família Hussein
As músicas de Oswaldo Montenegro
As quatro estações
As trufas
As últimas férias
As viúvas
Às voltas com o tempo
As voltas da vida
Asfixia
Atentado ao verborrotor
Atravessando a rua
Avareza
Aventuras republicanas
Aves do Véspero (Comunicado da frente ocidental)
Baiacu meu
Believe It Or Not
Bello
Bem Mais Longe (Arteiro)
Bicho-homem
Boas novas
Café Zurich
Camafeu
Caminhava
Caminho
Cansaço tanto, tanto
Caótico mundo novo
Capitão Crioulo
Carta marcada
Castelinho de quintal
Cavalo de pijamas
Chácara
Chocolate
Cinco menos um
Cinismo ou cinefilia
Circo de horrores
Clamor
Clarice
Classificados
Coldre axilar
Com as minhas sinceras desculpas
Coma
Concidadãos
Confeitos de caramelo com socos no capô
Conflito
Consciência
Consciência política educacional
Consórcio da vida humana
Consultório
Coração rasgado
Corpo fechado
Corrida
Cotidiano
Cotidiano 365: Um Dia. Um Conto
Crianças
Crime perfeito
Curto e grosso
Da escola
Da poesia e dos amores orientais à beira do Umurama
De caso com a Net
De dois bancos era à distância do destino
Depois do sol
Destilados
Deu zebra de novo
Deus lhe pague
Dia de colheita
Dia sujo
Diogo no país das armadilhas
Doce química
Doido por futebol
Dom Quixote
Dom Quixote e Sancho Pança na São Paulo do Século XXI
Domingo
Dr. Negrão e o sabiá
Duas cartas para o Papai Noel
E agora, Antônio?
E agora?
E aí, qual é a jogada?
E uma placa se ergue ao velho guerreiro
Easter Hymn
Ecologicamente correta... até quando?
Elétrons em greve!
Elvira
Em busca de mim mesma
Em meio a uma chuva
Encontro
Encontros
Enquanto não chega a hora
Ensaio sobre a alegria
Enseadas
Entorpecimento
Entre os poderes
Epitáfios
Era uma vez
Espelho
Espelho
Espelho da alma
Espelho quebrado
Espelhos D’Alma
Estação República
Estação Segunda
Estalo
Estuda menino!
Eta cachaça boa!!!
Eu e minha insanidade
Eu e minha morte
Eutimia
Explicação
Falsos strudels
Fantasia não tem limite
Fazedora de poema
Feiúra que nem a do Diabo
Fevereiro, um encontro, um presente dos deuses
Filho único de mãe solteira
Filmes gêmeos
Filosofia de botequim
Final feliz?
Fingindo-me de morta
Fio da navalha
Flávio Galvão ou um dia especial
Flora
Fluoxetina
Fonte luminosa – nenhuma idéia
Fortuna
Fraterno maestro
Fruta proibida
Gato alado
Girassol, Giravida
Globo terrestre
Gol de Cabeça
Guerra
Henriqueta
História de criança
História de pescador
História de Ramalah – o contador de histórias
História de Um Livro
Hoje
Hora da sesta
Horácio
Ignobilis Oraculae: Gamones Ou Plínio, O Ignorante
Imigrando para o meu próprio país
Impressões
Incompletas aventuras do Sr. Euclides
Infância
Inocentes
Insight
Inspiração
Israel e Palestina
Janjão
Jedílson e Enílson
João Antão
Joaquim e a raposa
Joaquim e Lina
Jogo de vida
Kroeger, O Sobrevivente
La garntia soy jô
Lembranças...
Letícia
Liberte sua alma!
Livro o fagrante
Luigi andou de avião...
Luisa
Luíza
Majestade, milagre e movimento
Manchas em marcha
Máquina de passar tempo
Maria
Médicos morrem?
Medo
Meias cor-de-rosa
Memórias de um cadáver iluminado no laboratório de anatomia
Meu dia de Leopold Bloom em Curitiba
Meu fusca vermelho
Meu último vestido de seda preta
Micro-Conto
Moça mocinha
Montanha-russa
Morro Alegre
Morto de medo
Mosah
Mulheres de A a Z
Mulheres do tempo
Na ponta do laço
Não impeça o fechamento das portas
Não tão moça assim
Nas esquinas do mundo
Nas páginas do Correio
Natal
Nem José, nem Maria
Nem me fale de serviço doméstico!
Nem todo lampião de gás saudade traz
Nem tudo que era para acontecer, aconteceu
Nessa poeira não vem mais seu pai
Nina e Dedé
No anonimato da Lapa
Noites ensolaradas
Noites na manhã
Nos braços do pai
Novos e antigos amores
Numa manhã de outono (A flor da marcela)
O “coisa ruim” se transforma
O adubador
O ambíguo
O amor foi presente da saudade
O apagador de estrelas
O beijo
O bilhete premiado – a sorte grande
O bizarro triângulo amoroso
O bom ladrão
O boquirroto
O caminho do alecrim
O camponês sofrido
O canto da profundeza invisível
O cão
O cão
O carnaval segundo Pierrô
O cavalo cego
O cheiro da morte
O conto do fogo e da luz
O conto proibido
O corpo
O Cueca
O defunto ajudou na investigação
O deserto
O despertador
O despertar
O despertar da esfinge
O destaque
O dia em que comecei a explodir prédios
O dia em que decidi partir
O dia em que o menino cresceu
O diamante e a melancia
O Duplo Eu
O encontro
O encontro
O espelho d´água
O evangelho segundo Luísa
O exame
O fanático Pascal
O filho invisível
O funeral
O gato expiatório
O genebrês
O Gênio
O grande jogo
O herege
O homem da noite
O homem multifacetado.
O homem que caminhava
O homem que foi morar num outdoor
O homem que não podia morrer
O homem que sumiu
O inverno são os outros
O jardim
O jardineiro
O jogo das paixões
O labirinto
O ladrão de sonhos
O limão Inimigo
O Ludovico
O Magalhães!
O maior escritor de todos os tempos
O mal de acreditar nas coisas
O mandato da realidade
O menino azul e o burro
O menino que falava enrolado
O mentiroso e o casaco
O mestre e o menino
O milagre
O milagre da neve
O mistério do casarão
O Mofo e A Gala
O ônibus
O Outono Eterno
O papel
O pé-de-vento
O piano
O poder da satisfação
O Preconceito
O Prémio do Herói
O provedor
O que é ser um bom pai?
O que Santos Dumont fez pelo Brasil
O que você faria se hoje fosse seu último dia?
O reflexo que passou em uma luz clara numa tarde adormecida
O Rei, a Rainha e o Pequeno Príncipe
O Saci e a hóstia
O segredo
O segredo da pedra
O sempre noivo
O sofá de veludo alemão azul
O sopro da fé e da esperança
O sorteio
O tesouro
O tio
O troca-troca
O último e-mail
O último vôo
O último vôo de Santos Dumont
O velório de Silas Calafate
O vôo das letras
O vulto (“Nem gente, nem bicho!”)
Odisséia engavetada
Olheiras
Olhos de coelho
Olhos vermelhos
Onde está ela?
Os cinco sentidos
Os fantásticos efúgios da leporídea no 40
Os gigantes dos campos de trigo
Os lances da escada
Os olhos de Luana
Os órfãos
Os ovos do papa
Os passarinhos que moram na minha agência
Os restos da cidade
Os romanos na América
Os Trabalhadores de um Supermercado
Os últimos vinte e cinco anos
Otelo
Ou agora ou nunca!
Outono
Padre Serafim
Paisagem concreta
Paixão colorida
Paixão X Razão
Palavras cruzadas
Para não esquecer
Para não passar em branco
Paraíso, Consolação, Liberdade
Parodiando Cinderela
Passado a limpo
Passageiro
Pé de goiaba sem porteira
Pedra na contraluz
Pela Janela
Perda
Perfume virtual
Pés descalços na terra molhada
Peteleco, o palhaço fantasma
Pobre, velho, doente, surdo e aleijado
Poesia de extinção é prosa
Polifugatta
Ponto de fuga
Por trás da parede de hera
Por trás daquela noite
Por um segundo de armistício
Potêcomunê
Preocupado com o Filhinho
Presença medieval
Presente
Princesinha do vale encantado
Processo seletivo
Prosopopéia microscópica sobre um doente terminal
Quadros por segundo
Quando a cruz não incomoda mais
Quando a estrela caiu
Quarenta anos depois
Quase
Quase
Quatro minutos e vinte e dois segundos
Que delícia!
Que eu saiba, não!
Quem nunca tirou meleca do nariz?
Recapitulando o dia de hoje
Reencontro
Reencontro
Reflexões de um acrípitro
Rei do Absurdo
Relevos
Resgatando valores
Ribanceira abaixo
Rick, Dick, Mick
Rosas
Rosas na escada
Rosas para Dulcinéia
Rouxinol enquanto encanta
Samsara
Santos e devotos
São dez dedos
Scarface
Sebo de Alexandria
Segredos cor-de-oliva
Seguindo seu curso
Sei que ele me ama, pois me disse uma vez
Semente
Seus pés
Sexo depois da morte
Shieley e Sidney
Silêncios do corpo
Simbolia
Sinistro
Só outra vez
Sob quantos sopros se esconde o seu nome
Solidão almejada
Solilóquios para um dia de chuva
Solilóquios para um dia especial a despeito de metereologias
Sonho
Sopros demoníacos
Sorrisos
Spider
Spleen
Tanatologias fílmicas
Tatuagem
Teatrinho de sombras
Tempo
Tenho que acertar...
Terapia da calçada
Tétricas aranhas
Tio Juca e o Grande Pântano
Tirar água do joelho
Toca de tocaia
Toda a verdade sobre Helen Keller
Todos, e nenhum
Tratador de cachorro
Travessia
Treino livre
Três corpos que sobem
Três meninos e a linha amarela
Tropeços e dúvidas
Tumate cum agrotóis
Um amigo como ídolo
Um cego de olfato
Um certo cheiro de menta
Um coelho para Nicolas
Um conto
Um conto de Ano Novo
Um conto de Natal
Um deles
Um dia de Juízo
Um encontro lumino
Um homem no escuro
Um lugar para Maristela
Um migrante nordestino
Um outro tipo de rede
Um palpite de Deus
Um par de botas
Um senhor
Um simples defeito
Um Sonho (ou o que poderia ter sido)
Um tiro surdo
Um trato
Um triângulo amoroso?
Um vestido esvoaçante e nada mais
Uma declaração
Uma fazenda, muitas histórias
Uma flor lilás
Uma gentil senhora
Uma ilha no entardecer
Uma mulher chamada Annackel
Único
Valentina
Vastidão
Vede o quanto se amam
Veio me ver Celestina?
Velório
Veludo, ouro, orvalho, esperança
Venância
Vermelho
Vestígios do amanhã
Vida na sombra
Vivo Morto Vivo
Voando debaixo da ponte
Vocação
Vôos rasos
Vovó querida
Vovó vai viajar
Vulnerate
VY – Trabalho, amizade e paixão
www.psicata.com.br
Zé Grande

As informações acima não representam nenhuma forma de premiação, mas tão somente a prestação de informações sobre uma fase do concurso.

Conforme estabelecido no regulamento, os resultados serão proclamados no dia 16 de outubro de 2006.


MAIS INFORMAÇÕES.:

Editora Guemanisse Ltda.
Cx Postal 92.659
CEP 25.953-970 - Teresópolis / RJ

E-mail: editora@guemanisse.com.br
Site: http://www.guemanisse.com.br



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