A Garganta da Serpente
Adoradores de Serpentes poemas sobre ofídios
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A COBRA

No galho,
reina alabirintada
(ou avulgatada?)

descansando a fome
e o tédio imemorial
de ser mito.

Meu medo me abstrai
e nem vejo que a humanidade
foi paralisada
pelo veneno dos homens.

(24/10/2006)


Alfredo Rossetti

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